domingo, 14 de agosto de 2011

A falta que certas datas agravam

Com o tempo a gente acostuma a lidar com a ausência, aprende a driblar a saudade e enganar a tristeza. Mas em datas como a de hoje, por exemplo, fica impossível não sentir o peito apertar. 


Francisco, morto há oito anos, era mais que avô. Ele era meu pai de amor e criação. Por isso a dor da falta fica tão mais forte no segundo domingo de agosto.


...mas é aquela coisa: saudade sim, tristeza não.

7 comentários:

Retrato em Branco e Preto disse...

Saudade boa, de lembrar dos momentos felizes.

Beijo!

Lulu on the sky disse...

Disse tudo Aninha. A saudade aumenta a cada ano. Sem tristezas. Seu avô está em paz.
Big Beijos

Carol Rodrigues disse...

Sem tristeza é bem melhor...

Micha Descontrolada disse...

lindo post. tá certa, saudade sim, tristeza não.

Uma ótima semana para você!!!

/(,")\\
./_\\. Beijossssssssss
_| |_................

Bia disse...

sumemo!
aquele lance de dor inevitável, sofrimento opcional!

dZ disse...

Faz parte...

Natália disse...

Sabe que quando eu comecei a ler já sabia que tu tava falando do teu avô?
É até estranho, mas toda vez que tu escreve que tá sentindo uma saudade danada dele é quando eu mais sinto saudade do meu também.
Fez três anos sem o meu avô, três anos sem os olhos azuis.
Deu saudade (de novo).

=*