quarta-feira, 4 de abril de 2012

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Era como uma ferida que nunca sarava... E não sarava porque sempre que a casquinha ameaçava ficar firme ela arrancava uns pedacinhos deixando-a em carne viva novamente.

Um dia, cansada desse processo chato de quase dura/quase cura, no primeiro pedacinho arrancado cuidou logo de proteger com band-aid, dificultando assim a retirada precoce da casquinha.

E depois de mais alguns band-aid's veio a satisfação de ver a pele novinha sem sinal da ferida velha e triste que havia ali. Fim.

7 comentários:

Jéssica do Vale disse...

Eis que fazemos
o mesmo quando
trata-se do coração!

Estou a segui-la.

emyhouseplus disse...

e é assim que fazemos quando nosso coração está machucado.

Larissa Bello disse...

Não podemos ver uma ferida exposta que queremos logo futucar. Masoquismo burro esse o nosso! Mas, que bom que existem curativos eficientes!

Bjo

Lulu disse...

Que bom. Com a ferida bem cicatrizada, já está nova. Já sabe o quanto doeu e agora vai ser mais cuidadosa.
Big Beijos e boa páscoa.

Tainá Almeida disse...

Todo mundo tem um quê de masoquista para tocar a feria não cicatrizada de novo. Coisas que só aprendemos com o tempo. Viva o band-aid!!!

castanhamecanica disse...

Saudações quem aqui posta e quem aqui visita.
É uma mensagem “ctrl V + ctrl C”, mas a causa é nobre.
Trata-se da divulgação de um serviço de prestação editorial independente e distribuição de e-books de poesia & afins. Para saber mais, visitem o sítio do projeto.

CASTANHA MECÂNICA - http://castanhamecanica.wordpress.com/

Que toda poesia seja livre!
Fred Caju

Retrato em Branco e Preto disse...

E o que seria de nós se não fossem esses band-aids da vida?

Um beijo.