segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Tive a sorte de um amor tranquilo...

Eu vivi um grande amor. E por mais natural que possa parecer tal afirmação, quero enfatizar que eu vivi um grande amor.

Um amor dos mais lindos e tranquilos que já existiu. Sabe a exceção? Então. Não há como negar que foram os melhores anos da minha vida até aqui.

Amor, cumplicidade, carinho, amizade, respeito, desejo... Não faltava nada. Foi assim por muito tempo, queríamos que fosse pra sempre, mas havia prazo de validade e não sabíamos.

E embora parecesse que não ia acontecer com a gente, um desequilíbrio nos fez duvidar se poderíamos continuar. Como em um terremoto, foi difícil ficar de pé.

Veio o sofrimento e o medo... Como seria a vida sem aquele pedaço de felicidade constante? Por isso pensar em terminar a relação foi tão dolorido.

Uma parte de dentro da gente queria continuar. Tentamos, mas tinha sempre a outra dolorida parte. Como duas metades não formam dois inteiros. Terminamos.

No início foi um estranho estar sem estar, depois fui me acostumando e me adaptando as circunstâncias nada amigáveis que se apresentavam...

Após um "intervalo", estou novamente disposta a reaprender a viver com esse grande amor de outra forma. Confesso que não é fácil. É um exercício diário que vez em quando beira o impossível.

No entanto, tenho que me virar com o sentimento remanescente dessa história de amor da melhor forma possível para poder seguir adiante sem medo de ser feliz outra vez.


Seremos.

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